Acesso mínimo
Cada integração recebe apenas as permissões estritamente necessárias para executar o fluxo, e nada além disso.
Como trabalhamos
Esta página descreve o método que aplicamos em todo projeto, com o que depende de nós e o que depende de você em cada etapa. Prazos escorregam, em geral, por falta de acesso ou por indisponibilidade de quem conhece o processo — por isso essas dependências ficam explícitas desde o começo.
Etapa 01
Antes de qualquer proposta técnica, precisamos entender a rotina como ela acontece. Conversamos com quem executa, acompanhamos a operação e medimos o tempo de cada etapa. É comum descobrir nessa fase que o gargalo não está onde todo mundo imaginava.
Depende de nós: conduzir as entrevistas, medir e documentar o processo atual.
Depende de você: disponibilizar tempo das pessoas que executam a rotina e autorizar o acompanhamento.
Etapa 02
Transformamos o levantamento em um diagrama com gatilho, condições, exceções e pontos de aprovação humana. Junto vai a lista escrita de regras: o que a automação faz, o que ela nunca faz e o que ela encaminha para uma pessoa decidir.
Depende de nós: propor o fluxo, apontar riscos e estimar esforço.
Depende de você: revisar e aprovar o desenho por escrito antes da construção.
Etapa 03
Montamos o fluxo em ambiente de teste, com dados de exemplo. Simulamos propositalmente as falhas previsíveis — sistema fora do ar, campo vazio, formato inesperado — para verificar se o tratamento de erro funciona antes de a automação tocar dados reais.
Depende de nós: construir, testar e registrar cada caminho de erro.
Depende de você: liberar acessos, credenciais e ambiente de teste quando existir.
Etapa 04
A automação roda em paralelo ao método manual por um período combinado. Sua equipe compara os resultados e aponta divergências. Só viramos a chave quando o número de divergências chega ao patamar acordado — não quando o cronograma diz que acabou.
Depende de nós: corrigir divergências e manter o registro comparativo.
Depende de você: usar a automação no período de teste e relatar o que não bater.
Etapa 05
Depois da entrada em produção, monitoramos as execuções, respondemos a mudanças nos sistemas envolvidos e revisamos o fluxo na periodicidade contratada. Sistemas de terceiros mudam sem avisar, e automação sem manutenção quebra — dizemos isso antes de vender, não depois.
Depende de nós: monitorar, corrigir e propor ajustes.
Depende de você: avisar sobre mudanças de regra de negócio e de sistema.
Existem situações em que recomendamos parar: quando o processo muda de regra durante a construção, quando o acesso necessário não é liberado ou quando o diagnóstico mostra que o ganho não cobre o custo de manutenção. Preferimos devolver a etapa não executada a entregar algo que vai quebrar em três meses.
Governança
Automação exige acesso a sistemas que contêm dados de clientes, fornecedores e funcionários. Estas são as regras que aplicamos.
Cada integração recebe apenas as permissões estritamente necessárias para executar o fluxo, e nada além disso.
Contas e chaves ficam em nome da sua empresa. Nosso acesso é nominal, revogável e listado no documento de escopo.
Toda execução guarda data, hora, entrada e resultado, permitindo auditar o que a automação fez em qualquer momento.
Todo fluxo tem procedimento de pausa e de retorno ao método manual, documentado e testado antes da virada.
Mapeamos quais dados pessoais passam pelo fluxo, com qual base legal e por quanto tempo permanecem armazenados.
Ao fim do contrato, devolvemos documentação atualizada e revogamos nossos acessos em prazo definido.
Próximo passo
Na primeira conversa já conseguimos indicar em qual etapa o seu projeto começa e quais acessos serão necessários para não travar o cronograma.